Diário de leitura · Resenhas

Livros que li e o que ficou

Impressões honestas sobre leituras, do clássico ao achado de sebo.

Resenha

“Mistborn: O Império Final”, de Brandon Sanderson

Cheguei por indicação e saí convertido. Fazia tempo que uma fantasia não me pegava assim, tirando os clássicos. O mundo é ótimo, cinza caindo do céu e um império de mil anos, mas o que prende de verdade é a magia com regra: o Sanderson te entrega o manual e depois ganha você usando ele melhor do que você imaginava. Perde nas frases, que são só funcionais, e nos bailes, que arrastam. Ganha em tudo o mais.

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“2001: Uma Odisseia no Espaço”, de Arthur C. Clarke

Cheguei no 2001 pelo caminho mais comum: gosto de ficção científica e esse é O livro. Saí dele com muito respeito e quase nenhuma intimidade. Não é um livro de frase difícil, o Clarke escreve limpo, mas é um livro que não te dá onde se segurar: os personagens são funções, a narração explica tudo como um manual técnico e o final abre mão de qualquer chão. O HAL 9000 salva o meio. No fim, um clássico que eu reconheço e que decididamente não foi feito pra mim.

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“Aos Pés da Letra”, de Gregorio Duvivier

Fui atrás dele depois de ver a peça, e fui com um pé atrás, porque livro que nasce de espetáculo costuma ser souvenir. Esse não é. O Gregorio pega palavras que a gente diz mil vezes por dia, vira elas do avesso e mostra a coisa esquisita e linda que estava ali o tempo todo. Leitura rápida, fácil, divertidíssima, e daquelas que deixam a gente insuportável na mesa do bar. Entrega exatamente o que promete, e promete bem.

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“Até Mais, e Obrigado Pelos Peixes”, de Douglas Adams

Quarto livro do Mochileiro das Galáxias e, até agora, o que menos me pegou. Arthur Dent volta para uma Terra que simplesmente voltou a existir e o livro vira uma história de amor. Adams continua engraçado, mas aqui o absurdo perdeu a engenharia que fazia os outros funcionarem: as coisas acontecem porque sim. Salva-se pela reta final e por uma despedida que dá nó na garganta.

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“Devoradores de Estrelas”, de Andy Weir

Cheguei no livro pelo filme, que tem uma pegada infanto-juvenil fofinha que eu adorei. O livro tem a mesma graça, mas é bem mais sério e bem mais ficção científica: aqui a conta aparece na página, e a conta é a parte divertida. A amizade improvável no meio do espaço segura tudo. Repete uma fórmula e os personagens da Terra são de papelão, mas é daqueles livros que a gente lê rápido e por vontade. Não é o suprassumo de nada, é um ótimo passatempo, e ótimo passatempo não é pouca coisa.

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“Viúva de Ferro”, de Xiran Jay Zhao

A premissa é das melhores que li nos últimos tempos: num mundo que joga meninas dentro de robôs gigantes como combustível descartável, uma delas resolve sair viva. A primeira metade é fúria pura e me pegou inteiro, e o feminismo do livro é concreto e bem colocado, não é enfeite. Da metade pra frente, porém, tudo vira previsível e a premissa que segurava a coisa se perde no caminho. Vale pelo estrago que a primeira parte faz.

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“Pedro Páramo”, de Juan Rulfo

Um clássico pequeno que carrega uma lenda enorme. Juan Rulfo fala de morte com calma, de solidão com poesia e transforma o silêncio em personagem. Pedro Páramo é daqueles livros que não acabam quando a gente fecha. Arrepia sem precisar gritar, mesmo que exija paciência para não se perder.

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“Duna”, de Frank Herbert

Cheguei ao clássico pelo caminho do cinema e fui parar na fonte. Duna é um universo inteiro dentro de um livro: política, religião, deserto e profecia. Denso, às vezes cansativo, mas fascinante. Uma ficção científica que exige paciência e recompensa quem tem.

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“Oração para Desaparecer”, de Socorro Acioli

Uma mulher sem memória, quatro vidas que se cruzam no tempo e um mistério que não larga a gente. Socorro Acioli mistura o sertão do Ceará com o sobrenatural e entrega um dos livros que mais me prenderam nos últimos tempos. Realismo mágico brasileiro do melhor tipo, e nota cheia.

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“Coraline”, de Neil Gaiman

Coraline, de Neil Gaiman, é um conto sombrio e arrepiado que transforma o familiar em assustador. Uma fábula curta e memorável, que fala com leitores de qualquer idade.

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“O Cavaleiro dos Sete Reinos”, de George R. R. Martin

O Cavaleiro dos Sete Reinos, de George R. R. Martin, é um retorno mais leve a Westeros. Com Dunk e Egg, o autor mostra um lado menos épico e mais humano do universo, em histórias de amizade, torneios e azar. Um bom aperitivo entre batalhas e dragões.

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“Planeta dos Macacos”, de Pierre Boulle

O Planeta dos Macacos, de Pierre Boulle, é um clássico da ficção científica que vai muito além do cinema. Ágil, irônico e reflexivo, usa a inversão de papéis entre macacos e humanos para criticar poder, preconceito e arrogância científica. Uma leitura curta, mas marcante.

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“O Alienista”, de Machado de Assis

O Alienista, de Machado de Assis, é um clássico curto e irônico que permanece atual. Uma crítica social sobre poder e loucura, escrita com humor e genialidade. Uma obra que vale muito mais na releitura adulta do que como obrigação escolar.

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“O Caçador Cibernético da Rua 13”, de Fábio Kabral

O Caçador Cibernético da Rua 13, de Fábio Kabral, é uma ficção científica brasileira que mistura ação, identidade e representatividade em um universo afrofuturista original e envolvente. Uma leitura que diverte e faz pensar.

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“A História Sem Fim”, de Michael Ende

A História Sem Fim, de Michael Ende, é muito mais do que fantasia para crianças. Apesar de estar na prateleira infantojuvenil, o livro traz mensagens profundas sobre coragem, identidade e imaginação, que são absurdamente atuais. É uma obra que pode ser lida em qualquer idade e que surpreende por sua relevância e capacidade de fazer refletir.

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“A República do Dragão”, de R. F. Kuang

A República do Dragão, de R. F. Kuang, é a sequência de A Guerra da Papoula e consegue superar o primeiro livro. Com um ritmo mais equilibrado e contextos políticos mais bem explorados, a narrativa se torna mais envolvente. Os personagens secundários brilham e a trama cresce em escala, com alianças e traições bem construídas. Uma leitura divertida e com mais substância que o início da saga.

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“Intermezzo”, de Sally Rooney

Intermezzo, de Sally Rooney, é um drama que chegou cercado de elogios, mas não me conquistou. A história de dois irmãos enfrentando crises pessoais até tem potencial, mas se arrasta em diálogos repetitivos e conflitos superficiais. A prosa é simples, o ritmo lento, e algumas cenas desnecessárias quebram ainda mais o clima. Não é um livro ruim, mas ficou longe da intensidade prometida pelo hype.

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“Memórias de um Sargento de Milícias” de Manuel Antônio de Almeida

Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida, é um clássico da literatura brasileira que muitos conheceram por obrigação escolar. Mas reler essa obra com maturidade mostra seu humor, crítica e genialidade. Uma narrativa cheia de ironia que continua atual, divertida e necessária.

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“Solitária” de Eliane Alves Cruz

Resenha do livro Solitária, de Eliane Alves Cruz. Um romance sensível sobre duas mulheres negras que passaram a vida servindo à mesma família, entre afetos contidos e ecos de um passado escravocrata que ainda insiste em existir. Uma leitura firme, delicada e essencial.

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“Live and Let Die” de Ian Fleming

O segundo livro da saga James Bond entrega uma trama eletrizante e cenas marcantes. Mas escorrega feio em questões éticas. Repleto de estereótipos racistas e machistas, Viva e Deixe Morrer mostra como certos clássicos não resistem ao tempo. Uma leitura divertida, mas que exige um olhar crítico.

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“Cassino Royale” de Ian Fleming

Em Cassino Royale, Ian Fleming apresenta o James Bond original: falho, intenso e humano. Nada de glamour exagerado. Apenas tensão, espionagem e um jogo que decide o destino. Uma leitura curta e poderosa, com final amargo e personagens marcantes.

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“O Peso do Pássaro Morto” de Aline Bei

A tristeza escrita com poesia. O peso do pássaro morto é um livro curto, mas profundo. Aline Bei transforma o que não se fala em literatura. Uma leitura triste, delicada e absurdamente bonita.

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“Eu, Tituba. Bruxa Negra de Salem”, de Maryse Condé

Maryse Condé dá carne, voz e espírito a uma personagem apagada da história oficial. “Eu, Tituba. Bruxa Negra de Salem” é um livro que dói, pulsa e transforma. Uma leitura que mistura revolta e lirismo com sensibilidade rara.

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“Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto

Morte e Vida Severina é um poema dramático sobre a jornada de um retirante nordestino em busca de vida. Escrito por João Cabral de Melo Neto, o livro denuncia a violência da pobreza e a morte cotidiana no Brasil, mas também reserva um espaço para a esperança. Uma obra clássica, precisa e ainda dolorosamente atual.

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“A Guerra da Papoula”, de R. F. Kuang.

Uma fantasia interessante com bons momentos, mas longe do épico que prometem. “A Guerra da Papoula” tem ritmo instável e protagonistas questionáveis, mas acerta ao criar personagens secundários marcantes. Boa leitura para quem gosta de batalhas e conflitos internos, mas vá com calma nas expectativas.

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“O Sol é Para Todos”, de Harper Lee.

Em O Sol é Para Todos, Harper Lee entrega um clássico atemporal sobre racismo, empatia e justiça. Narrado por uma criança, o livro emociona e provoca reflexões profundas. Com personagens marcantes e um enredo sensível, a obra segue como leitura essencial nos dias de hoje.

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“O homem invisível”, de H. G. Wells

Leitura de O homem invisível, de H. G. Wells, deixou mais perguntas do que empolgação. A proposta é boa, mas a história demora a engatar e termina sem brilho. Clássico importante, mas não funcionou tão bem pra mim.

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“Violeta”, de Isabel Allende

Violeta, de Isabel Allende, é uma carta cheia de memórias, dores e afetos. Com sua narrativa sensível, a autora entrega uma vida marcada por perdas e resistências silenciosas. Triste, mas profundamente bonito.

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“A Mão Esquerda da Escuridão”, de Ursula K. Le Guin

Ursula K. Le Guin não escreveu apenas uma ficção científica. Ela criou um espelho distorcido da nossa realidade, onde a ausência de gênero escancara nossos próprios limites culturais. A história de Genly Ai em Gethen é dura, lenta em alguns momentos, mas absurdamente poética e reveladora. Mais do que um clássico do gênero, é um convite para repensar o que chamamos de humano.

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“Febre de Bola”, de Nick Hornby

Febre de Bola é um livro sobre torcer como quem respira. Nick Hornby escreve com humor, dor e sinceridade sobre sua paixão pelo Arsenal e como o futebol se tornou o eixo de sua vida. Uma leitura leve, pessoal e poderosa para qualquer torcedor que já sentiu o peito apertar num jogo decisivo.

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“As Crônicas de Gelo e Fogo, Livro 5: A Dança dos Dragões”, de George R. R. Martin

O livro é denso, político e cheio de construção narrativa. Um dos melhores da saga. E depois dele, fica impossível aceitar o final apressado da HBO.

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“Matéria Escura”, de Blake Crouch

Um livro que mistura ficção científica com dilemas existenciais. Matéria Escura é acessível e te faz pensar em tudo que poderia ter sido.

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“A cidade do sol”, de Khaled Hosseini

Triste, bonito e essencial. A cidade do sol emociona ao narrar a vida de duas mulheres afegãs em meio ao caos e à violência, revelando a força da amizade e da esperança.

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“A Invenção de Morel”, de Adolfo Bioy Casares

Uma história breve e brilhante sobre solidão, tecnologia e o desejo de ser eterno. Leitura essencial da ficção latino-americana.

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“Um homem chamado Ove”, de Fredrik Backman

Um romance leve e cheio de ternura sobre um velho ranzinza, um gato folgado e vizinhos que não sabem bater à porta. Não é genial, mas é um abraço de livro.

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“Um Defeito de Cor”, de Ana Maria Gonçalves

Um livro que te revira por dentro. Um Defeito de Cor é necessário, urgente e profundo. Leitura obrigatória para todo brasileiro.

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“A Cabeça do Santo”, de Socorro Acioli

Fé torta, solidão falante e vozes misteriosas. Um livro sobre ausências que gritam mais do que presença.

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“As Crônicas de Gelo e Fogo, Livro 4: O Festim dos Corvos”, de George R. R. Martin

O quarto volume da série desacelera o ritmo e mergulha na política de Westeros. Sem grandes nomes da saga, é leitura mais densa e lenta.

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“As Crônicas de Gelo e Fogo, Livro 3: A Tormenta de Espadas”, de George R. R. Martin

Terceiro volume da saga mergulha no caos absoluto. Com cenas marcantes e personagens em evolução, é o livro mais intenso até agora.

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“As Crônicas de Gelo e Fogo, Livro 2: A Fúria dos Reis”, de George R. R. Martin

Segundo volume da saga traz mais política, tensão e personagens em conflito. Uma leitura densa, caótica e envolvente.

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“As Crônicas de Gelo e Fogo, Livro 1: A Guerra dos Tronos”, de George R. R. Martin

Mais denso, mais sujo, mais dolorido. O livro revela camadas que a série deixou pra trás. Mesmo assim, ainda vale cada página.

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“Forrest Gump”, de Winston Groom

Muito além do “ingênuo bonzinho” do cinema, o livro entrega um Forrest mais ácido, crítico e surpreendente.

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“O Som e a Fúria”, de William Faulkner

Um livro caótico, triste e brilhante. Leitura difícil, mas que faz sentir (mesmo quando a gente não entende tudo).

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“O Homem Bicentenário”, de Isaac Asimov

Um conto sobre humanidade, escolhas e a sensibilidade de um robô que queria sentir. Leitura rápida e emocionante.

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“Moby Dick”, de Herman Melville

Não é só sobre caçar baleia. É sobre obsessão, destino e tudo o que nos escapa. Um clássico que pesa e provoca.

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“A volta ao mundo em 80 dias”, de Júlio Verne

Uma aventura pelo mundo com precisão britânica e humor francês. Leitura leve, divertida e cheia de reviravoltas.

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“Quincas Borba”, de Machado de Assis

Machado com ironia, tragédia e um cachorro que rouba a cena. Uma leitura que só revela sua genialidade quando a gente cresce.

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“O Capote e outras histórias”, de Nikolai Gógol

Contos absurdos, irônicos e geniais. Gógol ri do mundo, mas de canto de olho.

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“Eu, Robô”, de Isaac Asimov

Robôs, dilemas e humanidade. Asimov entrega um clássico leve, acessível e ainda atual.

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