Correspondência Nº 79 · Remetente: Jean Guimarães
Querido leitor,
O extraordinário mora no detalhe.
Cotidiamenidades é meu convite pra reparar no que ninguém vê. Crônicas, resenhas e fragmentos do cotidiano com pitadas de humor, afeto e um toque de delírio cotidiano.
Com afeto, Jean.
Últimas correspondências
Um olhar sobre o cotidiano, com pitadas de humor, afeto e um toque de absurdo.
A correspondência recomeça
O último texto por aqui foi em outubro. Nove meses depois, o Cotidiamenidades volta, e volta de cara nova. Uma carta sobre sumir, reconstruir do zero e o gosto teimoso de recomeçar.
A sacola das sacolas
Toda casa tem uma. Aquela sacola cheia de outras sacolas, guardada num canto do armário, esperando um dia que quase nunca chega. Uma crônica sobre pequenas economias, heranças invisíveis e o carinho que cabe num saco plástico.
Obrigado, Noruega
O Brasil caiu na Copa, eliminado pela Noruega, e o país amanheceu de luto. Eu amanheci diferente. Uma crônica ácida (e agradecida) sobre a derrota de ontem, o alívio de hoje, e o fim de uma era que custou a acabar.
Livros que li e o que ficou
Impressões honestas sobre leituras, do clássico ao achado de sebo.
“Duna”, de Frank Herbert
Cheguei ao clássico pelo caminho do cinema e fui parar na fonte. Duna é um universo inteiro dentro de um livro: política, religião, deserto e profecia. Denso, às vezes cansativo, mas fascinante. Uma ficção científica que exige paciência e recompensa quem tem.
“Oração para Desaparecer”, de Socorro Acioli
Uma mulher sem memória, quatro vidas que se cruzam no tempo e um mistério que não larga a gente. Socorro Acioli mistura o sertão do Ceará com o sobrenatural e entrega um dos livros que mais me prenderam nos últimos tempos. Realismo mágico brasileiro do melhor tipo, e nota cheia.
“Coraline”, de Neil Gaiman
Coraline, de Neil Gaiman, é um conto sombrio e arrepiado que transforma o familiar em assustador. Uma fábula curta e memorável, que fala com leitores de qualquer idade.
Leia com calma
Cotidiamenidades é um convite diário à atenção. À pausa. Ao detalhe. À beleza escondida no ordinário. É um projeto literário que transforma o cotidiano em crônica e a rotina em narrativa.
Aqui, o extraordinário mora no detalhe.
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